Mais um dia de trabalho que acaba, e o medo começa a chegar, apodera-se lentamente. Medo de sair, dos espaço conforto que é a luz do dia, onde sei onde estás, o que fazes, como fazes por quem fazes, e partes para a zona negra, das mesmas perguntas, onde estás, com quem estas, o que fazes! As respostas essas doem, sabendo que normalmente se entroncam num, estou em casa, sabes com quem, a viver o que já vivi contigo!
Tento e agarro-me ao que posso, a quem posso, para não deplorar esses pensamentos, mas é ao deitar que inevitáveis se tornam.
Amo-te para onde o destino te levar!
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