Acordar, e ter como primeiro pensamento, apenas um nome, apenas as letras que compõe sempre o mesmo nome. Acordar da mesma forma com que se adormeceu.
Pondo em dúvida se de facto adormecemos, ou se ainda estamos a viver á algumas horas atrás!
No meio dessa dúvida, sentimo-nos melhores porque já conseguimos ter a sensação de cinco minutos de sono. No início contava-se em branco as horas de sono, buscando respostas ás perguntas, ás perguntas que queríamos fazer, ás respostas que queríamos ouvir!
Contava-se horas em branco, porque o choro não nos abandonava, a intensidade dos sentimentos não nos abandonavam. Eram os parceiros que nos arrefeciam mais ainda as noites que já por si, se tinham tornado frias, pela ausência do teu calor feminino.
Acordar e não querer crer na realidade que nos atormenta. Adormecer não querendo crer na realidade que nos atormenta.
Perguntamos porque não acabar com essa realidade, já que acreditamos que mais nada ao longo da vida nos fará sorri!
Agarramo-nos a uma vaga esperança, a uma verde esperança, ainda que tenhamos a consciência que 99% dela é inútil. Mas é essa percentagem que ainda nos faz continuar, nos faz querer recuperar as forças. De repente de 1 terá que se fazer 100, de repente 1 terá que ter mais força que 100.
Amo-te para onde o destino te levar
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