Há momentos em que a saudade aperta o peito, sufocando-o com o peso de toda atmosfera terrestre. São os momentos em que penso em ti, no que estarás a fazer, como estarás vestida, o que te inquieta o pensamento!
Dói-me pensar que nunca mais te terei nos meus braços. Dói-me pensar que o colo que me dás e o colo que te dou, deixou de existir.
Estou parado em frente á montanha, que um dia vimos pequena, bem distante, cheguei mas tu já cá não estas! Tenho saudade de quando iniciamos esse caminho conjunto, onde tu corrias, como uma criança feliz e eu caminhava tentando não te perder de vista. Mas o certo é que o caminhar nunca será mais rápido que o correr, e perdi-te mesmo de vista. Tenho o peito apertado, mas amo-te para onde o destino te levar!
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