Chego ao trabalho, tentando conter o impulso que me diz, vai e faz! No dia anterior tinha tido a confirmação que andavas pelo menos a sair com outro pessoa, nada para que não me tivesses preparado!
A minha mente dizia, o meu coração falava, vai e luta! Sai disparado pela porta com o coração na boca.
Parei na mais bonita florista perto de teu trabalho, e comprei cinco rosas, quatro pelos anos que tínhamos estado juntos e uma pelo nosso amor! Não era a primeira vez que te comprava rosas. Escrevi um cartão, dizendo claramente o que sonhava fazer contigo, a onde te queria levar! Escrevi-o com a maior das convicções!
Corri, voei, quase dei cabo do ramo até lá chegar! Toque e pedi para chamarem a D. O., que desconfiadamente veio á porta!
Pedi-lhe para te as entregar em mãos! Sabia que era a pessoa certa para o fazer, sabia do carinho que nutres por ela!
Disseste-me mais tarde, á noite, que foi das coisas mais bonitas que alguém te fez, mas que não conseguiste desfrutar o momento!
Respondi, que não desfrutas-te porque não quiseste, era um momento teu!
Se estou arrependido?
Não, claro não estou, apesar de naquele ter sido eu "o resto", não me arrependi nunca de nada do que fiz, para te recordar o nosso amor, porque amo-te para onde o destino te levar!
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