Hoje acordei um pouco melhor, visto-me para ir trabalhar, mas antes paro numa padaria qualquer para comprar o pequeno almoço! O meu dia ainda leva menos de 1 hora, mas já me vieste ao pensamento mais vezes do que supostamente devias, e sempre com a forca do descolar de um vai vem, a caminho da lua! A mesma lua que abençoou tantas vezes o nosso acto de fazer amor!
Volto ao carro, e arranco, olho pelo retrovisor e reconheço rapidamente a tua silhueta ao volante do teu carro. Não sei como reagir, se falo, ou não falo. Porque haveria de falar? Deveria estar com uma raiva de ti, maior que o deserto do Saara, devia te odiar pela forma como não foste sincera comigo quando te pedi a verdade, e não me a disseste, devia estar (e estou) com a magoa no ponto mais alto do Monte Evereste, por rapidamente teres procurado colo nos braços de outro, por te teres apaixonado por outro!
Não, não te falei! Amanha se te voltara ver, conseguirei fazer o mesmo, terei a coragem de te ignorar?
Amo-te para onde o destino te levar
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